quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tabela proposta pelo SINTE


TABELA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 06 DE ABRIL DE 2011

4,90%


A

B

C

D

E

F

G

4,9

1

1187,97

1220,64

1254,21

1288,70

1324,14

1360,55

1397,97

0,049

2

1246,18

1280,45

1315,66

1351,84

1389,02

1427,22

1466,47

0,049

3

1307,24

1343,19

1380,13

1418,08

1457,08

1497,15

1538,32

0,049

4

1371,30

1409,01

1447,76

1487,57

1528,48

1570,51

1613,70

0,049

5

1438,49

1478,05

1518,70

1560,46

1603,37

1647,47

1692,77

0,049

6

1508,98

1550,47

1593,11

1636,92

1681,94

1728,19

1775,72

0,049

7

1582,92

1626,45

1671,18

1717,13

1764,35

1812,87

1862,73

0,049

8

1660,48

1706,14

1753,06

1801,27

1850,81

1901,70

1954,00

0,049

9

1741,84

1789,75

1838,96

1889,53

1941,50

1994,89

2049,75

0,049

10

1827,19

1877,44

1929,07

1982,12

2036,63

2092,64

2150,19

0,049

11

1916,73

1969,44

2023,60

2079,25

2136,43

2195,18

2255,54

0,049

12

2010,65

2065,94

2122,75

2181,13

2241,11

2302,74

2366,07

0,049


TABELA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 01 DE AGOSTO DE 2011

5,50%


A

B

C

D

E

F

G

5,5

1

1187,97

1220,64

1254,21

1288,70

1324,14

1360,55

1397,97

0,055

2

1253,31

1287,77

1323,19

1359,58

1396,96

1435,38

1474,85

0,055

3

1322,24

1358,60

1395,96

1434,35

1473,80

1514,33

1555,97

0,055

4

1394,96

1433,33

1472,74

1513,24

1554,86

1597,61

1641,55

0,055

5

1471,69

1512,16

1553,74

1596,47

1640,37

1685,48

1731,83

0,055

6

1552,63

1595,33

1639,20

1684,28

1730,59

1778,18

1827,09

0,055

7

1638,02

1683,07

1729,35

1776,91

1825,78

1875,99

1927,57

0,055

8

1728,12

1775,64

1824,47

1874,64

1926,19

1979,16

2033,59

0,055

9

1823,16

1873,30

1924,81

1977,75

2032,13

2088,02

2145,44

0,055

10

1923,44

1976,33

2030,68

2086,52

2143,90

2202,86

2263,44

0,055

11

2029,22

2085,03

2142,37

2201,28

2261,82

2324,02

2387,93

0,055

12

2140,83

2199,70

2260,20

2322,35

2386,22

2451,84

2519,26

0,055


TABELA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 01 DE SETEMBRO DE 2011

6,20%


A

B

C

D

E

F

G

6,2

1

1187,97

1220,64

1254,21

1288,70

1324,14

1360,55

1397,97

0,062

2

1261,62

1296,32

1331,97

1368,60

1406,23

1444,90

1484,64

0,062

3

1339,84

1376,69

1414,55

1453,45

1493,42

1534,49

1576,69

0,062

4

1422,92

1462,05

1502,25

1543,56

1586,01

1629,63

1674,44

0,062

5

1511,14

1552,69

1595,39

1639,26

1684,34

1730,66

1778,26

0,062

6

1604,83

1648,96

1694,31

1740,90

1788,77

1837,96

1888,51

0,062

7

1704,33

1751,19

1799,35

1848,83

1899,68

1951,92

2005,60

0,062

8

1809,99

1859,77

1910,91

1963,46

2017,46

2072,94

2129,94

0,062

9

1922,21

1975,07

2029,39

2085,20

2142,54

2201,46

2262,00

0,062

10

2041,39

2097,53

2155,21

2214,48

2275,38

2337,95

2402,24

0,062

11

2167,96

2227,58

2288,83

2351,78

2416,45

2482,90

2551,18

0,062

12

2302,37

2365,69

2430,74

2497,59

2566,27

2636,84

2709,36

0,062


TABELA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 01 DE OUTUBRO DE 2011

7%


A

B

C

D

E

F

G

7

1

1187,97

1220,64

1254,21

1288,70

1324,14

1360,55

1397,97

0,07

2

1271,13

1306,08

1342,00

1378,91

1416,83

1455,79

1495,82

0,07

3

1360,11

1397,51

1435,94

1475,43

1516,00

1557,69

1600,53

0,07

4

1455,31

1495,34

1536,46

1578,71

1622,12

1666,73

1712,57

0,07

5

1557,19

1600,01

1644,01

1689,22

1735,67

1783,40

1832,45

0,07

6

1666,19

1712,01

1759,09

1807,46

1857,17

1908,24

1960,72

0,07

7

1782,82

1831,85

1882,23

1933,99

1987,17

2041,82

2097,97

0,07

8

1907,62

1960,08

2013,98

2069,37

2126,27

2184,75

2244,83

0,07

9

2041,15

2097,29

2154,96

2214,22

2275,11

2337,68

2401,97

0,07

10

2184,03

2244,10

2305,81

2369,22

2434,37

2501,32

2570,10

0,07

11

2336,92

2401,18

2467,21

2535,06

2604,78

2676,41

2750,01

0,07

12

2500,50

2569,26

2639,92

2712,52

2787,11

2863,76

2942,51

0,07


TABELA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 01 DE NOVEMBRO DE 2011

7,70%


A

B

C

D

E

F

G

7,7

1

1187,97

1220,64

1254,21

1288,70

1324,14

1360,55

1397,97

0,077

2

1279,44

1314,63

1350,78

1387,93

1426,10

1465,31

1505,61

0,077

3

1377,96

1415,85

1454,79

1494,80

1535,90

1578,14

1621,54

0,077

4

1484,06

1524,88

1566,81

1609,90

1654,17

1699,66

1746,40

0,077

5

1598,34

1642,29

1687,45

1733,86

1781,54

1830,53

1880,87

0,077

6

1721,41

1768,75

1817,39

1867,37

1918,72

1971,48

2025,70

0,077

7

1853,96

1904,94

1957,33

2011,15

2066,46

2123,29

2181,68

0,077

8

1996,71

2051,62

2108,04

2166,01

2225,58

2286,78

2349,67

0,077

9

2150,46

2209,60

2270,36

2332,80

2396,95

2462,86

2530,59

0,077

10

2316,04

2379,74

2445,18

2512,42

2581,51

2652,50

2725,45

0,077

11

2494,38

2562,97

2633,46

2705,88

2780,29

2856,75

2935,31

0,077

12

2686,45

2760,32

2836,23

2914,23

2994,37

3076,72

3161,33

0,077


TABELA COM VIGÊNCIA A PARTIR DE 01 DE DEZEMBRO DE 2011

8,48%


A

B

C

D

E

F

G

8,48

1

1187,97

1220,64

1254,21

1288,70

1324,14

1360,55

1397,97

0,0848

2

1288,71

1324,15

1360,56

1397,98

1436,42

1475,93

1516,51

0,0848

3

1397,99

1436,44

1475,94

1516,53

1558,23

1601,08

1645,11

0,0848

4

1516,54

1558,25

1601,10

1645,13

1690,37

1736,86

1784,62

0,0848

5

1645,14

1690,39

1736,87

1784,64

1833,71

1884,14

1935,95

0,0848

6

1784,65

1833,73

1884,16

1935,97

1989,21

2043,92

2100,12

0,0848

7

1935,99

1989,23

2043,94

2100,14

2157,90

2217,24

2278,21

0,0848

8

2100,16

2157,92

2217,26

2278,24

2340,89

2405,26

2471,41

0,0848

9

2278,26

2340,91

2405,29

2471,43

2539,39

2609,23

2680,98

0,0848

10

2471,45

2539,42

2609,25

2681,01

2754,74

2830,49

2908,33

0,0848

11

2681,03

2754,76

2830,52

2908,36

2988,34

3070,52

3154,96

0,0848

12

2908,39

2988,37

3070,55

3154,99

3241,75

3330,90

3422,50

0,0848


Proposta aprovada na assembléia de hoje

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Proposta aprovada na Assembleia Estadual de 09/06/2011 e entregue ao Secretário de Educação
Of. Expedido nº 087/2011 Florianópolis, 09 de Junho de 2011

Exmo. Senhor
Marco Antonio Tebaldi
Secretario de Estado da Educação
Nesta

Os trabalhadores em Educação de Santa Catarina, em Assembleia Estadual realizada na tarde do dia 09/06/2011, em Florianópolis, aprovaram a seguinte proposta:

1 – Anistia das faltas da greve de 2008 e outras mobilizações a partir de 2007.

2 - Formação de um grupo de trabalho entre Governo e Sinte para no prazo de 60 dias com finalidade de discutir os seguintes pontos da pauta:
a - Revisão da Lei dos ACTs;
b - Gestão Democrática, com eleição direta para diretores de escola;
c - Reajuste do piso para 2012;
d - Concurso público de ingresso para todos os cargos da carreira do magistério. (Realização de concurso no segundo semestre de 2011 para suprir as vagas excedentes, considerando o fato de aproximadamente 50% dos professores em sala de aula são ACTs e o aumento da jornada de hora atividade para 1/3. A chamada e nomeação dos classificados no concurso deverá ser realizada no inicio do ano letivo de 2012)

3 – Tabela salarial.

Princípios:
1 – Implantação do Piso Salarial Profissional Nacional na carreira de forma parcelada de abril a dezembro de 2011. (Variando o percentual nos níveis de 4,9% em abril até 8,48% em dezembro, permanecendo o percentual de 2,75% nas referencias.)
2 – Manutenção da tabela salarial. (2,75% nas referências e 8,48% nos níveis, em dezembro de 2011.)
3 – O valor apresentado nas tabelas é apenas do vencimento, sem nenhuma gratificação.
4 – Os valores do Prêmio Educar, Prêmio Jubilar e Prêmio Assiduidade estão incorporados nos valores da tabela salarial.
5 – Manutenção de todas as gratificações do plano de carreira do magistério.



O Comando Estadual de Greve solicita o agendamento de uma audiência para esta sexta feira, dia 10/06/2011, para darmos continuidade ao processo de negociação.

Certos de contarmos com Vossa atenção, subscrevemo-nos;

Atenciosamente,


Comando Estadual de Greve

quarta-feira, 8 de junho de 2011

SOS BOMBEIROS- Liberdade já

Reflexão

É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso sonho, de observar com atenção a vida real, de confrontar a observação com nosso sonho, de realizar escrupulosamente nossas fantasias. Sonhos: acredite neles. (Lenin)

Vladimir Ilitch Lenin ou Lenine foi um revolucionário e chefe de Estado russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917. 

Documento entregue ao Sinte nesta manhã

1. O Governo apresentou em 6 de junho, uma nova proposta de tabela salarial cujo impacto financeiro é de R$ 22 milhões/mês, limite do limite da disponibilidade financeira atual. Esta tabela gerando ganhos salariais que variam de 7% a 44%. Ver estudo comparativo em anexo.

2. Ao mesmo tempo reiterou a proposição de criação de um grupo de trabalho para realizar as correções desta tabela com novos ganhos aos professores de acordo com novas disponibilidades financeiras em estudo.

3. Para compensar a incapacidade momentânea de efetivar ganhos financeiros maiores à categoria, o Governo decidiu atender inúmeras cláusulas não financeiras das reivindicações do SINTE.

4. Com esta proposta o Governo chegou a seu limite de concessões.

5. Infelizmente, até o momento somente o Governo concedeu ganhos ao SINTE não ocorrendo nenhuma concessão por parte da entidade sindical, configurando neste momento uma mesa de concessões governamentais e não uma mesa de negociações.

6. Como último esforço de negociação, considerando que a mesma não pode se arrastar indefinidamente, o Governo solicita ao SINTE que apresente uma das seguintes alternativas nas próximas 24 horas:

a) uma tabela salarial, com os adicionais que entender necessários, atendendo apenas dois requisitos: aplicação do valor de R$ 1.187,00 como vencimento inicial e impacto financeiro máximo de R$ 22 milhões/mês.

b) o encerramento da paralisação, escolhendo qual tabela salarial (MP, 03/03 ou 06/06) pretende que seja aplicada provisoriamente para a folha salarial, com posterior correção pelo grupo de trabalho, mantendo as conquistas não financeiras ofertadas pelo Governo até o momento.

7. Caso nenhuma das alternativas anteriores for aceita, não restará ao Governo outra alternativa do que declarar impasse de negociação, retirando todas as propostas financeiras e não financeiras apresentadas e mantendo a MP na ALESC para que surta seus efeitos já na folha de pagamento de junho (a ser rodada na próxima semana) com retroatividade para maio.

Florianópolis, 8 de junho de 2011

Marco Antonio Tebaldi Eduardo Deschamps
Secretário da Educação Secretário-adjunto da Educação

Estudo comparativo do governo

http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/files/2011/06/Estudo-comparativo.pdf

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uma saída

O governo comete um equívoco em achatar a tabela salarial e diminuir a regência de classe. Estive na assembléia em Blumenau e a indignação é total, o comentário mais ouvido era: o meu salário vai diminuir e pior que os professores têm razão, os cálculos são simples e os professores são matemáticos nesta hora. Agora uma simples medida para acabar com a greve é a incorporação do prêmio educar/jubilar no vencimento mais o prêmio assiduidade utilizando 22 milhões de reais na tabela salarial proporcionalmente sem mexer nos outros itens da remuneração e negociando o restante durante o ano até se chegar na integralidade do piso nacional dos professores. O governo comete um erro em pagar o piso aos professores que não possuem seu valor de 1.187,00 reais de vencimento e não proporciona o aumento no restante, ou seja, achata a tabela criando uma quebra na carreira.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Nova tabela do governo

40 HORAS
NÍVEL R E F E R Ê N C I A S
A B C D E F G
1 1.187,00 1.187,00 1.187,00 1.187,00 1.187,00 1.187,00 1.187,00
2 1.187,00 1.187,00 1.187,00 1.187,00 1.197,00 1.197,00 1.197,00
3 1.197,00 1.221,00 1.221,00 1.221,00 1.244,00 1.244,00 1.244,00
4 1.221,00 1.244,00 1.244,00 1.244,00 1.244,00 1.244,00 1.275,10
5 1.244,00 1.244,00 1.244,00 1.275,10 1.306,98 1.339,65 1.373,14
6 1.275,10 1.306,98 1.339,65 1.373,14 1.407,47 1.442,66 1.478,73
7 1.380,00 1.414,50 1.449,86 1.486,11 1.523,26 1.561,34 1.600,38
8 1.486,11 1.523,26 1.561,34 1.600,38 1.640,39 1.681,40 1.723,43
9 1.600,38 1.640,39 1.681,40 1.723,43 1.766,52 1.810,68 1.855,95
10 1.723,43 1.766,52 1.810,68 1.855,95 1.902,35 1.949,90 1.998,65
11 1.855,95 1.902,35 1.949,90 1.998,65 2.048,62 2.099,83 2.152,33
12 1.998,65 2.048,62 2.099,83 2.152,33 2.206,14 2.261,29 2.317,82

Resposta do governo aos professores

6 de junho de 2011

a) – Cumprimento da lei do Piso Salarial Profissional Nacional da seguinte forma:
• Manutenção de todas as gratificações constantes na carreira do Magistério;
• A incorporação dos Prêmios: educar, jubilar e assiduidade em percentual e de imediato.

Alteração da tabela de 03/06 com incorporação do prêmio educar e assiduidade alterando os percentuais da regência de classe e mantendo os demais valores de gratificação em 15%

CARACTERÍSITICAS DA PROPOSTA
Cumpre a lei do piso
100% dos servidores são beneficiados
Menor remuneração passa a ser de R$ 1.483,00
Um professor com titulação de nível superior recebe de vencimento inicial maior que um professor com nível médio.
Impacto financeiro de R$ 20 milhões/mês
Altera o valor da regência de classe de 40% para 25% e de 25% para 17%.

b) – Anistia das faltas da greve de 2008 e todas as outras mobilizações a partir de 2007.

O Governo aceita a solicitação considerando os casos onde houve reposição das aulas.

c) – Revisão do Decreto 3.593/2010, que trata da Progressão funcional.

O Governo aceita a reivindicação.

d) – Abono das faltas, mediante a reposição das aulas, respeitando a autonomia da comunidade escolar na definição do calendário.

O Governo mantém a posição da proposta de 03/06 de reposição nos períodos de recesso escolar. Ajustes neste calendário de reposição quando necessárioem virtude de peculiaridades regionais, deverão ser construídos em conjunto pela SED, GEREDs e Escolas..

Formação de um grupo de trabalho entre Governo e Sinte para, a partir da segunda quinzena de junho, com prazo de 60 dias:

Dada a complexidade do tema e a necessidade de se buscar novas fontes de recursos, o Governo entende que o prazo de 180 dias é o mais adequado, não impedindo que o grupo de trabalho encerre seus trabalhos antes deste prazo se for possível.

a) – Chegar ao valor do Piso Nacional na carreira, de forma gradativa, de abril até novembro/2011, de acordo com a tabela salarial vigente;

Assumir tal compromisso praticamente eliminaria a necessidade de atuação do grupo de trabalho proposto. Adicionalmente se o Governo vislumbrasse a possibilidade de realizar esta ação teria proposto antes de deflagrado o movimento e paralisação.

b) – Realização do concurso de ingresso no segundo semestre de 2011, com prazo máximo de realização das provas até outubro de 2011, para suprir as vagas excedentes e considerando o aumento da jornada da hora atividade para 1/3.

O Governo concorda com a realização de concurso com uma avaliação cuidadosa das vagas para as quais deve ser realizado o concurso. Entretanto, por ser ato administrativo de competência da SED e da SEA, o Governo não concorda em discutir este tema no grupo de trabalho.

c) – A partir do início do ano letivo de 2012, cumprimento integral da jornada de 1/3 da hora atividade, para todos os professores.

O Governo pretende aguardar o posicionamento final do Supremo quanto ao tema ou o projeto de reestruturação do sistema estadual de ensino em estudo na SED.

d) – Revisão da Lei 456/2009 (Lei dos ACTs).

De acordo com a realização de estudos no grupo de trabalho.

e) – Equiparação do valor do vale alimentação com o pago pela UDESC.

De acordo com a realização de estudos pelo grupo de trabalho para verificar formas de viabilizar a proposta, considerando as demais categorias vinculadas ao Governo do Estado.

f) – Demais pontos da pauta de reivindicação do SINTE/SC, conforme já apresentados para o Secretário de Educação;

De acordo em realizar sua discussão no grupo de trabalho

Obra de arte-Foo Fighters. Wasting Light Live from 606.

O dia D

No dia 6 de junho de 1944, os aliados ocidentais desembarcaram na costa da França, na região da Normandia. Conhecida como Operação Netuno e dando início a maior ofensiva ocidental da História e deflagrando o fim da II Guerra Mundial, iniciada cinco anos antes pela invasão nazista à Polônia. Já em 6 de junho de 2011, o governo de Santa Catarina terá a oportunidade de mudar a História do magistério Catarinense, apresentando uma proposta adequada e que proporciona aos educadores uma ponta de esperança na carreira e na profissão. Finalizando uma das maiores greves da História, e que servirá de divisor de águas na Educação de Santa Catarina.

domingo, 5 de junho de 2011

Eu só quero é ser feliz

Eu só quero é ser feliz,
Dar aula tranquilamente na escola onde escolhi, é.
E poder me orgulhar,
E ter a consciência que o professor tem seu lugar.
Fé em Deus, DJ
Eu só quero é ser feliz,
Dar aula tranquilamente na escola onde escolhi, é.
E poder me orgulhar,
E ter a consciência que o professor tem seu lugar
Minha cara autoridade, eu já não sei o que fazer,
Com tanta incompetência eu sinto medo de dizer.
Que sendo professor serei muito respeitado,
Ensinando com alegria e sendo valorizado.
Eu faço uma oração para uma santa protetora,
Mas sou interrompido com gritos da diretora.
Enquanto os políticos moram numa casa grande e bela,
Professor é humilhado com salário de miséria.
Já não aguento mais essa onda de violência,
Só peço a autoridade um pouco mais de competência.
Eu só quero é ser feliz,
Dar aula tranquilamente na escola onde escolhi, é.
E poder me orgulhar,
E ter a consciência que o professor tem seu lugar
E poder me orgulhar e ter a consciência que o professor tem seu
lugar.
Diversão hoje em dia, não podemos nem pensar.
Pois até lá nas escolas, eles vem nos humilhar.
Fica lá na escola que era tudo tão normal,
Agora virou moda a violência no local.
Alunos inocentes, que não tem nada a ver,
Estão perdendo hoje o seu direito de aprender.
Nunca vi governador visitando uma escola,
Só vejo na TV promessa de melhora.
Trocaram a presidência, uma nova esperança,
Sofri na tempestade, agora eu quero abonança.
O povo tem a força, precisa descobrir,
Se eles lá não fazem nada, faremos tudo daqui.
Eu só quero é ser feliz,
Dar aula tranquilamente na escola onde escolhi, é.
E poder me orgulhar,
E ter a consciência que o professor tem seu lugar.

sábado, 4 de junho de 2011

The Buzzcocks - Ever Fallen In Love

A Revolta da Chibata e os Bombeiros

A Revolta da Chibata foi um movimento social ocorrido, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 22 de novembro de 1910. Neste período, os marinheiros brasileiros eram punidos com castigos físicos. No Rio de Janeiro em 2011 os bombeiros são punidos com bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e tiros de fuzil disparados pelo Batalhão de Operações Especiais da polícia militar (BOPE). Em 1910, as faltas graves eram punidas com chibatadas (chicotadas). O que gerou uma intensa revolta entre os marinheiros. No entanto o início da revolta ocorreu quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas, por ter ferido um colega da Marinha com uma navalha, após ter sido delatado por levar uma garrafa de cachaça para dentro do encouraçado Minas Gerais. O navio de guerra estava indo para o Rio de Janeiro e a punição, que ocorreu na presença dos outros marinheiros, desencadeou a revolta de mais de 2.400 marinheiros. Em 2011 os bombeiros negociavam desde março um aumento salarial, e após várias negativas do governador Sérgio Cabral mais de 2.000 manifestantes decidiram ocupar o quartel do comando-geral dos bombeiros na praça da República no centro do Rio. Em 1910 o motim se agravou e os revoltosos chegaram a matar o comandante do navio e mais três oficiais. Já na Baia da Guanabara, os revoltosos conseguiram o apoio dos marinheiros do encouraçado São Paulo. O líder da revolta, João Cândido (conhecido como o Almirante Negro), inclusive homenageado na música de João Bosco e Aldir Blanc ( O mestre-sala dos mares ) redigiu uma carta reivindicando o fim dos castigos físicos, melhorias na alimentação e anistia para todos que participaram da revolta. Caso não fossem cumpridas as reivindicações, os revoltosos ameaçavam bombardear a cidade do Rio de Janeiro. Diante da grave situação, o presidente Hermes da Fonseca resolveu aceitar o ultimato dos revoltosos. Porém, após os marinheiros terem entregues as armas e embarcações, o presidente solicitou a expulsão de alguns revoltosos. A insatisfação retornou e, no começo de dezembro, os marinheiros fizeram outra revolta na Ilha das Cobras. O líder da revolta João Cândido foi expulso da Marinha e internado como louco no Hospital de Alienados. No ano de 1912, foi absolvido das acusações junto com outros marinheiros que participaram da revolta. Já em 2011 os bombeiros que sempre salvaram vidas, agora pedem socorro.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Prêmio Assiduidade

Uma das melhores notícias dos últimos dias, foi a extinção do prêmio assiduidade, ou pelo menos, a colocação do item na pauta de negociação, e muita gente imagina mas este aí não gosta de dinheiro, não é isso, explico. Apesar de ser um dinheiro bem vindo, incorporar esse prêmio no vencimento representa mais do que aumento no salário, mas representa um belo castigo para aqueles covardes professores que não aderiram a greve, por medo de não receber o prêmio assiduidade, esses mesmos profissionais que envergonham a educação, e que deveriam ser banidos do magistério. O prêmio sempre foi um obstáculo aos professores que pensavam em participar de mobilizações e assim impedia qualquer reação da categoria de lutar por seus direitos.

3/6/2011 – Contraproposta do SINTE/SC

Conforme audiência realizada na 5ª feira, 2, com o governador Raimundo Colombo, o vice governador Pinho Moreira, o secretário de Comunicação Derly Anunciação, o secretario de Educação Marco Tebaldi, e o secretário-adjunto de Educação Eduardo Deschamps, o Comando Estadual de greve apresentou hoje ao secretário Deschmaps uma contraproposta do magistério, de acordo com a deliberação da reunião do comando de greve estadual na noite de 5ª feira e durante toda a manhã desta 6ª feira.

O magistério reivindica:
a) – Cumprimento da lei do Piso Salarial Profissional Nacional da seguinte forma:

· Manutenção de todas as gratificações constantes na carreira do Magistério;

· A incorporação dos Prêmios: educar, jubilar e assiduidade em percentual e de imediato.

b) – Anistia das faltas da greve de 2008 e todas as outras mobilizações a partir de 2007.

c) – Revisão do Decreto 3.593/2010, que trata da Progressão funcional.

d) – Abono das faltas, mediante a reposição das aulas, respeitando a autonomia da comunidade escolar na definição do calendário.

Formação de um grupo de trabalho entre Governo e Sinte para, a partir da segunda quinzena de junho, com prazo de 60 dias:

a) – Chegar ao valor do Piso Nacional na carreira, de forma gradativa, de abril até novembro/2011, de acordo com a tabela salarial vigente;

b) – Realização do concurso de ingresso no segundo semestre de 2011, com prazo máximo de realização das provas até outubro de 2011, para suprir as vagas excedentes e considerando o aumento da jornada da hora atividade para 1/3.

c) – A partir do início do ano letivo de 2012, cumprimento integral da jornada de 1/3 da hora atividade, para todos os professores.

d) – Revisão da Lei 456/2009 (Lei dos ACTs).

e) – Equiparação do valor do vale alimentação com o pago pela UDESC.

f) – Demais pontos da pauta de reivindicação do SINTE/SC, conforme já apresentados para o Secretário de Educação;

O comando de greve solicitou o agendamento de uma nova audiência no dia 06/06/2011 (2ª feira) para dar continuidade ao processo de negociação.

Assinam o documento, os representantes do Comando Estadual de greve.

Blog da Greve 2011: Contraproposta do SINTE/SC

Blog da Greve 2011: Contraproposta do SINTE/SC: "Of. Expedido nº 081/2011 Florianópolis, 03 de Junho de 2011 Exmo. Senho..."

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tabela Salarial

Governo joga a isca aos professores

O governador Raimundo Colombo, apresentou a nova tabela salarial ao sindicato e suas propostas de alteração na remuneração dos professores, para se chegar ao Piso Nacional. No entanto, esqueceu que os professores sabem fazer conta, e a muito tempo, também com o salário de fome que é pago, todos nós somos matemáticos para sobreviver. Com a nova proposta, além de achatar os salários dos professores com um aumento pífio, os professores perdem e muito nas gratificações que foram conquistadas com muita luta.

domingo, 29 de maio de 2011

Resposta ao Jornalista Moacir Pereira

Caro Moacir Pereira, parabéns pela cobertura em um canal de comunicação que neste ano já derrubou um presidente ( caso do Egito ) e ocasionou revoluções em mais 6 países de governos extremistas. Mas em relação ao comentário, devo dizer que o governo de São Paulo parcelou foi um aumento real no magistério que já é comparado ao nosso estado consideravelmente maior e no caso do RS segue as informações abaixo:
¨Tarso sinaliza pagar piso a professores até 2014
Depois de quase três anos de uma relação bélica com o governo Yeda Crusius, a direção do Cpers-Sindicato iniciou ontem, num clima mais amistoso, a negociar o aumento salarial e outras reivindicações com o governo Tarso Genro. O primeiro encontro, no Palácio Piratini, foi rápido – durou pouco mais de meia hora –, mas tanto sindicalistas quanto integrantes do governo saíram com sorrisos nos rostos.
O tom amigável tinha explicação. Tarso voltou a sinalizar que irá pagar o piso nacional dos professores, principal pleito da categoria e ponto de discórdia com a gestão Yeda Crusius, que foi à Justiça contra o patamar. O aumento, no entanto, não deverá aparecer nos contracheques de uma vez só. A tendência é de que o valor seja aumentado gradualmente até 2014.
As bases iniciais para cumprir a promessa de campanha deverão ser conhecidas na reunião marcada para o dia 15. O secretário estadual de Educação, José Clóvis de Azevedo, adiantou que a intenção do governo é começar a reposição ainda neste ano.
– Temos um compromisso, mas também temos limitações com as nossas possibilidade financeiras – ressaltou Azevedo.
A tarefa do Piratini não será fácil. O governo estima que precisaria aumentar o orçamento da Educação para quase R$ 6 bilhões por ano, R$ 1,5 bilhão a mais que o previsto para 2011, a fim de pagar integralmente os R$ 789 pedidos pelo Cpers para uma jornada de 20 horas, mais que o dobro do repassado atualmente. O patamar se refere ao salário básico e não inclui outros benefícios. O valor terá de passar por análise pelo governo, já que é maior do que o estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC), de R$ 593.
Tarso vai anular descontos de greves de 2008 e 2009
O governo também espera ser beneficiado com o repasse de complementação do piso pelo Ministério da Educação – uma reserva de R$ 1 bilhão para ajudar Estados e municípios. Apesar da sinalização positiva, a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, reiterou a necessidade de o governo ter vontade política para executar as promessas:
– Quando os governos fazem a opção pela Educação, conseguem pagar o piso.
Para mostrar que o clima mudou entre o Piratini e o Cpers, Tarso aprovou alguns itens da pauta de reivindicações da categoria, entre elas a anulação dos descontos e pagamentos dos dias de greve de 2008 e 2009.¨

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Manutenção da Greve

Governo apresenta proposta de quebra da tabela salarial e aposta no enfraquecimento do movimento, com medida provisória aumentando o vencimento dos professores que não atingem ao Piso salarial, o governo demonstra falta de bom senso e comete dois crimes em dois artigos da Lei do Piso.

sábado, 21 de maio de 2011

Piso Nacional dos Professores

PISO – TIRA DÚVIDAS da UNDIME-TO
(Prof. Mário Joaquim Batista)
Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração do Magistério – PCCR:

1) QUAL A FUNDAMENTAÇÃO LEGAL QUE EXIGE A ELABORAÇÃO OU ADEQUAÇÃO DO PCCR?
A - Constituição Federal de 1988, artigo 206, inciso V (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006) “valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas;” e seu Parágrafo único. “A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.”
B - Lei Nº 11.494 de 2007, que regulamenta o FUNDEB, artigo 40 “Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão implantar Planos de Carreira e remuneração dos profissionais da educação básica, (...)”
C - Lei Nº 11.738 de 2008, que estabelece o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, artigo 6o  “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar ou adequar seus Planos de Carreira e Remuneração do Magistério até 31 de dezembro de 2009, (...)”

2) A UNDIME-TO DISPÕE DE MODELO DE PCCR?
Sim. Disponibilisamos na biblioteca do site http://www.undimeto.org.br alguns modelos de PCCR, onde encontra-se também várias notícias nacionais referentes a educação entre elas matérias sobre a lei do piso salarial.

3) HAVERÁ PUNIÇÃO PARA QUEM NÃO ELABORAR OU ADEQUAR O PCCR? Existem três possibilidades distintas:
A – Se o município não tem Plano, deverá elaborar ou estará descumprindo a Constituição Federal e duas leis federais, podendo receber alguma punição, mas ainda não prevista.
B – Se o município já tem Plano, mas este não contempla o piso e a carreira, deverá adequá-lo. Caso contrário estará descumprindo a Constituição Federal e duas leis federais, podendo receber alguma punição, mas ainda não prevista.
C - Se o município já tem Plano com carreira definida e já paga o piso ou até mais, então não há necessidade de adequação. O município está OK!

4) O QUE É ADEQUAR?
É alterar os valores “as tabelas” para atender o piso e estabelecer a carreira.
5) O QUE É CARREIRA?
A carreira em um plano é o crescimento salarial. Este crescimento deve ser vertical (tem por referência os níveis de escolaridade) e horizontal (tem por referência o tempo de serviço), porém tanto o crescimento vertical como o horizontal devem estar vinculados a avaliação de desempenho e a formação (vertical por níveis e horizontal por formação continuada).

6) QUAL A RELAÇÃO ENTRE: ANUÊNIO, QUINQUENIO, BIÊNIO E PROGRESSÃO HORIZONTAL?
O anuênio, quinquenio, biênio ou outro período é apenas o quantitativo de anos entre uma progressão horizontal e outra, às vezes chamada de gratificação por tempo de serviço.

7) SE O PLANO DO MUNICÍPIO JÁ TEM VALORIZAÇÃO POR TEMPO DE SERVIÇO, O QUE FAZER QUANTO A PROGRESSÃO HORIZONTAL?
Se no plano já tem um crescimento salarial por tempo de serviço em um dos quantitativos (anuênio, quinquenio, biênio...), então é necessário no plano, apenas regulamentar os critérios para a progressão horizontal (como avaliação de desempenho e formação continuada). Pois não se deve acumular estes quantitativos – ou um ou outro. É bom manter o mesmo quantitativo (anos destes intervá-los), para facilitar a compreensão.
8) SE JÁ EXISTE UM QUANTITATIVO (Exemplo QUINQUÊNIO) E QUER PASSAR PARA OUTRO (Exemplo BIÊNIO)?
Neste caso deve-se contar os anos amparados pelo quantitativo anterior para calcular as classes do novo quantitativo. Exemplo: um sevidor tinha quinquênio tendo tomado posse em janeiro de 2001 – três anos de período probatório, em janeiro de 2004 inicia a contagem amparada pelo quinquênio – hoje ele recebe um quinquênio – na adequação do plano (passagem de quinquênio para biênio) conta-se os anos amparados(período de direito no quinquênio) e não só os contemplados(o que recebe), ou seja 2004,2005,2006,2007,2008,2009 passando a ter direito a três biênio a partir de janeiro de 2010.

9) QUAL O VALOR DO PISO PARA 2009?
O valor para 2009 é de 950,00. Pois os ministros do Supremo Tribunal Federal definiram que o termo "piso" a que se refere a norma em seu artigo 2º deve ser entendido como a remuneração mínima a ser recebida pelos professores. Assim, até que o Supremo analise a constitucionalidade da norma, na decisão de mérito, os professores das escolas públicas terão a garantia de não ganhar abaixo de R$ 950,00, somados aí o vencimento básico (salário) e as gratificações e vantagens. Esse entendimento deverá ser mantido até o julgamento final da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167. Ver matéria no site do STF:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=101084

10) QUAL O VALOR DO PISO PARA 2010?
O valor para 2010 depende do valor aluno que será definido para 2010. Ainda não foi definido, só em 2010.

11) O QUE INCLUI NOS 950,00, SÓ VENCIMENTO OU A REMUNERAÇÃO TOTAL?
Conforme decisão do STF 950,00 inclui vencimento e demais vantagens. Ver matéria no site do STF:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=101084

12) QUAL O PISO PARA 20 HORAS E PARA OUTRAS CARGA/HORÁRIAS?
O Supremo Tribunal Federal – STF e a Advocacia Geral da União – AGU esclarecem que deverá ser proporcional (ver anexo: “AGU interpreta piso”).
Deverá pagar proporcional ao piso, conforme o quantitativo de horas trabalhadas. (lei 11.738/2008 - art. 2º §3º).

13) QUANDO INICIOU O PISO?
O STF e a AGU esclarecem que teve início em 1º de janeiro de 2009.
Ver anexo “AGU interpreta piso”:
http://www.undimeto.org.br/index.php?url=arquivos&codarea=51&descricao=PCCR
Ver matéria no site do STF:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=101084

14) QUANDO SERÁ A PRIMEIRA ATUALIZAÇÃO DO PISO?
O STF e a AGU esclarecem que será em janeiro de 2010.
Ver anexo “AGU interpreta piso”:
http://www.undimeto.org.br/index.php?url=arquivos&codarea=51&descricao=PCCR
Ver matéria no site do STF:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=101084

15) HÁ RESPALDO LEGAL PARA LICENÇA PRÊMIO E PARA ANO SABÁTICO?
Não. A licença prêmio e o ano sabático não são legais. Não há como justificar perante o tribunal de contas uma despesa com dinheiro público, pagando um servidor com saúde para ficar em casa e outro para substitui-lo. Se trata apenas de privilégio. Pode-se considerar desvio de dinheiro da educação e inchaço de folha.

* SE O SEU MUNICÍPIO TEM ALGUMA DÚVIDA ENVIE PARA O E-MAIL DA UNDIME-TO para Mário: undime@undimeto.org.br

Prof. Mário Joaquim Batista
Secretário Executivo da UNDIME-TO

Proposta indecorosa

Fico assustado com a falta de competência dos assessores do governador Raimundo Colombo…olha o que diz a lei do Piso. Art. 2o da Lei 11.738. O piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica será de R$ 950,00 (novecentos e cinqüenta reais) mensais, para a formação em nível médio, na modalidade Normal, prevista no art. 62 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. O art. 6º estipulou prazo até 31 de dezembro de 2009 para que estados, municípios e o Distrito Federal construíssem ou adequassem seus planos de carreira do magistério aos preceitos da lei federal. Portanto, os entes que não cumpriram este preceito, ou aqueles que estejam remunerando abaixo do piso nacional, devem ser denunciados aos ministérios públicos estaduais e federal. Isso significa um tiro no pé do governo em apresentar esta proposta de quebra de tabela salarial.
Esta proposta vai causar um caos na educação e muitos que não estão aderindo a greve mudaram de ideia.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ACÓRDÃO DO STF AO PISO SALARIAL (SC).

Acórdão:
é a decisão do órgão colegiado de um tribunal (câmara, turma, seção, órgão especial, plenário etc.), que se diferencia da sentença, da decisão interlocutória e do despacho, que emanam de um órgão monocrático, seja este um juiz de primeiro grau, seja um desembargador ou ministro de tribunais — estes, normalmente, na qualidade de relator, de presidente ou vice-presidente, quanto os atos de sua competência.
Trata-se, portanto, o acórdão de uma representação, resumida, da conclusão a que se chegou, não abrangendo toda a extensão e discussão em que se pautou o julgado, mas tão-somente os principais pontos da discussão.

ENDEREÇO PARA CHEGAR AO LOCAL:

http://redir.stf.jus.br/estfvisualizadorpub/jsp/consultarprocessoeletronico/ConsultarProcessoEletronico.jsf?seqobjetoincidente=2645108

domingo, 4 de julho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A estrela da festa ¨Jabulani¨

Iniciado os treinamentos das seleções para a Copa do Mundo, as equipes tiveram contato com a principal estrela da competição a ¨bola¨, e então se deu inicio a novela intitulada de ¨Jabulani a estrela contestada¨.
Os anões companheiros de Dunga, aquele personagem da Branca de Neve que chegou ao cargo de técnico da principal seleção de futebol do mundo, foram os primeiros a se manifestar em relação aquela que decidiu se afastar da seleção canarinho, já que os mesmos nunca tiveram uma boa relação com as suas parentes.
A coitada foi chamada de tudo: de Patricinha, de produto de prateleira de supermercado, de sobrenatural (bom nesse caso perfeita para a seleção brasileira), o caso é, que se caso a seleção seja campeã os jogadores não iram lembrar da principal estrela da festa mas caso percam...bom melhor não comentar.
Tenho saudades daquelas bolas feitas em couro, divididas em gomos que descolavam de acordo com o tempo e que decidiam sua validade, feita para os verdadeiros profissionais da bola os ¨peladeiros¨ e que sempre tiveram carinho com o principal personagem do esporte mais apaixonante do mundo o Futebol, e também não era por menos só se tinha ela, mas uma coisa é verdade quem é craque é craque jogando com qualquer bola, só não avisaram isto para os jogadores da seleção...ficou uma dúvida no ar, temos craques na seleção???

sábado, 5 de dezembro de 2009

Sensacional



Os gaúchos possuem uma rivalidade que começa desde pequeno.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Garrincha o mestre da bola

O Anjo de Pernas Tortas
Vinícius de Moraes

A um passe de Didi, Garrincha avança
Colado o couro aos pés, o olhar atento
Dribla um, dribla dois, depois descansa
Como a medir o lance do momento.

Vem-lhe o pressentimento; ele se lança
Mais rápido que o próprio pensamento
Dribla mais um, mais dois; a bola trança
Feliz, entre seus pés – um pé-de-vento!

Num só transporte a multidão contrita
Em ato de morte se levanta e grita
Seu uníssono canto de esperança.

Garrincha, o anjo, escuta e atende: – Goooool!
É pura imagem: um G que chuta um o
Dentro da meta, um 1. É pura dança!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A praia do carioca começa na Lapa


São 4h50 da madrugada na escura Rua do Senado, na Lapa. Até os mais renitentes boêmios já entregaram os pontos. Não se vê viva alma, a não ser em frente ao sobrado número 273, onde cerca de 50 pessoas aguardam a abertura da fábrica do tradicional biscoito de polvilho Globo. Daqui a algumas horas, o sol estará brilhando na orla, mas a praia do carioca nasce ali, na escura Rua do Senado.

O primeiro da fila chegou às 2h. Fausto Ferreira da Silva, 80 anos, compra biscoitos para vender na Praia do Leblon há oito anos, desde que deixou o emprego de cozinheiro num restaurante do Centro.

– O produto é bom! – empolga-se. – Esse biscoito é dinheiro em caixa. Criança de um ano já aponta o dedinho quando a gente passa – diz o vendedor, que paga R$ 25 por um saco de 50 unidades.

Pontualmente às 5h, um senhor franzino, de fala mansa mas articulada e segura, chega para abrir a fábrica. Milton Ponce segue essa rotina desde 1962, quando decidiu ampliar a produção da padaria Globo, em Botafogo. Paulista, ele chegara ao Rio em 1954, trazendo de uma panificação antiga do bairro do Ipiranga a fórmula que junta polvilho, ovos, leite, açúcar, sal, gordura hidrogenada e água.

– Muita gente pergunta por que não aumento a produção. Quase todos os dias, recebo propostas de franquia, mas isso aqui é como um bolo que você faz na sua casa. Segundo ele, sua maior satisfação é fornecer um meio de vida a milhares de pessoas que vendem o biscoito nas praias do Rio e pelas ruas da cidade.

- Muita gente aposentada ou desempregada vem aqui comprar o biscoito e sobrevive da venda.

Milton diz que o segredo do sucesso são seus funcionários – 18 no turno da manhã e quatro à tarde – que chegam a produzir 15 mil saquinhos com dez rosquinhas cada durante o verão.

– Tenho funcionários comigo a 42, 38, 35 anos. Aquele está aqui desde os 11 – conta, enquanto aponta para o forneiro Ednaldo Valdevino do Nascimento, 36.



Mas quem mete mesmo a mão na massa é Jailton da Silva Cardoso, que exercita os músculos e a sensibilidade dos dedos para achar o ponto certo. Como não pode usar luvas, sua maior preocupação é com a higiene.

Levado à fábrica por dois tios, ele acorda todos os dias às 3h20 para trabalhar.
– A carcaça já calejou com esse horário.

Mas quem mete mesmo a mão na massa é Jailton da Silva Cardoso, que exercita os músculos e a sensibilidade dos dedos para achar o ponto certo. Como não pode usar luvas, sua maior preocupação é com a higiene.


– Se colocar numa batedeira a massa queima porque não leva fermento – explica. – Já tentei usar luvas, mas elas impedem que eu saiba o ponto exato.

Milton brinca com a fidelidade dos funcionários.
– Tem uma senhora aqui que, se eu demitir, dá um jeito de entrar pelo telhado. A maioria das empresas erra quando troca os empregados que ganham mais. Eu valorizo essa equipe.

Seu calcanhar de aquiles é o empacotamento nos saquinhos de papel vendidos nas praias – os únicos que resistem à ação do sol.
– Já procuramos na Itália e na Alemanha, mas não existem máquinas para esse trabalho.

Ver empacotadores como William da Silva Torres atuando é um espetáculo. Numa velocidade tão grande que suas mãos desaparecem, ele enche um saco em menos de cinco segundos.


Apesar de não ser carioca, Milton já incorporou o espírito gozador e não liga para os apelidos de biscoito de vento ou "me engana que eu gosto":
– Devemos muito do nosso sucesso à essa irreverência.